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Thor Ragnarok: Com reinvenção o filme se torna o melhor da franquia

A espera finalmente está prestes a acabar, pois na próxima semana estreia o terceiro filme do Thor. A franquia do deus do trovão, embora tenha sido uma das mais fracas do universo Marvel, ganhou um Hype gigantesco com a nova história, ainda mais após o lançamento do primeiro trailer, que chegou com maestria apresentando um filme reinventado.

A trama se passa dois anos após os acontecimentos de Vingadores: A era de Utron (2015), onde Thor está à procura de seu pai, Odin (Anthony Hopkins), que foi banido de Asgard. A ausência de Odin dá a chance para a poderosa e impiedosa Hela (Cate Blanchett) ataque seu reino. No meio dessa jornada, o deus do trovão acaba sendo aprisionado do outro lado do universo, e sem seu seu poderoso martelo,  Mjolnir. O herói encontra-se numa corrida contra o tempo para voltar a Asgard e impedir Ragnarok – a destruição do seu mundo e o fim da civilização Asgardiana -, mas primeiro precisa sobreviver a uma luta mortal de gladiadores, que o coloca contra um ex-aliado e companheiro Vingador – Hulk.

O grandalhão de cor verde, após ter viajado pro universo dentro da nave Quinjet, acabou parando no planeta Sakaar, e durante dois anos, Bruce Banner (Mark Ruffalo) ficou preso no corpo do Incrível Hulk.

Cate Blanchet, a antagonista, é uma das novidades do elenco, assim como Tessa Thompson que dá a vida a Valquíria, enquanto Jeff Goldblum vive o Grão Mestre, principal responsável por tomar conta do planeta Sakaar, e promover as lutas na arena.

O filme traz a direção de Taika Waititi e o retorno de Chris Hemsworth como protagonista, desta vez com seu personagem restruturado, pois além de aparecer com um novo visual, com o cabelo curto, também está com novas armas, bem mais humorado, poderoso e confiante. Abrindo um parenteses para falar sobre aquilo que a maioria dos fãs temiam, o filme traz muito humor, e não é a toa que a imprensa internacional tem divulgado que o longa é um dos mais divertidos do universo Marvel. Confesso que em alguns momentos o alívio cômico foi desnecessário, mas isso não comprometeu o filme,  tanto que ele traz o melhor de Thor se for fazer um comparativo com os filmes anteriores, digamos que se assemelha com o que vimos em Guardiões da Galáxia, só que ainda melhor.

As cenas de batalhas se tornaram épicas ao serem acompanhadas com  Immigrant Song do Led Zeppelin de trilha sonora, um outro ponto forte são os encontros que acontecem entre os heróis, que além de Hulk, trouxe também o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) que conversa com o protagonista sobre o futuro. Essa não é a primeira vez em que os dois heróis se encontram, já que ambos aparecem juntos na cena pós-créditos do longa de Estranho.

Uma das surpresas foi a reprise de Tom Hiddleston dando vida ao nosso “malvado favorito” Loki. O personagem havia aparecido no trailer, mas acreditávamos que ele teria poucas aparições no filme, mas não, ele tem grande importância e se faz presente durante todo enredo. Ele foi e continua sendo um dos melhores vilões do universo Marvel, e mesmo com Thor Ragnarok trazendo uma vilã poderosa como Hela, a personagem não consegue tirar o rei das trapaças do pódio.

A Marvel Studios traz um grande acerto nesta terceira parte da franquia do deus trovão. O longa é extremamente cativante e a introdução dos novos personagens está bem colocada, principalmente na performance de Tessa Thompson. Os efeitos visuais também são espetaculares, e a aventura contada é inovadora e gostosa de ser apreciada, tanto que assim que termina, da vontade de revê-lo. Por falar em término, o filme conta com duas cenas pós-crédito, a primeira vale a pena, e a segunda deixa a desejar.

Thor Ragnarok estréia dia 26 de Outubro em todo o Brasil.

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