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TBT: Sete anos da Tour Go Any Go da Anahí em São Paulo

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TBT: Sete anos da Tour Go Any Go da Anahí em São Paulo

Há exatos sete anos, Anahí apresentava sua (melhor) turnê Go Any Go no já falecido Via Funchal (R.I.P), em São Paulo. Um show, sem dúvidas, inesquecível para todos os presentes ali.

Anahí trouxe estrutura de show do mais alto nível, que até o presente momento, nenhum ex-RBD conseguiu trazer ao Brasil. Foram duas horas de um espetáculo lindo de se ver, com direito a coreografia muito bem ensaiada, músicas para tirar os pés do chão e lágrimas dos fãs (e até dela mesmo), várias participações especiais e novas versões de faixas conhecidas há muito tempo.

Christian Chávez havia prometido e (nos) presenteou com sua alegria em cima de um palco. Ele que estava em plena tour do disco Almas Transparentes, foi o responsável por abrir os shows da Go Any Go, do Brasil, com todo o seu talento e carisma. Apresentou – também – uma nova versão da então turnê e com pouco mais de uma hora de show fez muita gente chorar e morrer de amores (inclusive eu!).

Mas foi com um curta ao som de Pobre Tu Alma e bonecos de voodo, seguidos por Anahí saindo do teto que o Via Funchal quase veio abaixo. Nunca havia visto a alma de artista da Puente tão viva como naquele dia e naquele momento. Lembro cada detalhe até hoje!

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Ela apresentou novas versões de músicas de antes do RBD, como Superenamorándome, mas também novas versões das faixas de seu primeiro disco pós-RBD. Mi Delirio versión cabaret que o diga! Ou a linda participação do Noel Schajris (dos maravilhos Sin Bandera) cantando Alergico (e Entra En Mi Vida).  Mas claro que teve RBD e feat. com o Christian.

Já no finalzinho do show, os dois apresentaram – pela primeira vez – o single Libertad, juntamente com seu videoclipe, que foi lançado no mesmo dia. Foram tantos gritos de alegria, de amor, de nostalgia.

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Fato que foi logo substituído pela adrenalina der ver – e ouvir – Anahí cantar Chorando Se Foi, com seu portuñol e sotaque, que deu seu charme à última brasileira.

Mas o que mais me lembro disso tudo, é da alegria que senti ao final do show. Era tanta energia e adrenalina correndo pelas veias de meu corpo que dormir foi um ato bem difícil. Assim como voltar para casa, já que o show acabou faltava pouquíssimos minutos para meia noite. Isso mesmo, meia noite!

O show que deveria ter acabado lá pelas 22h, acabou muito tempo depois e só fez o (nosso) coração encher de amor e de quero mais! Quero mais pois desde então, eu (como fã), nunca mais vi algo igual.

¡Se te extraña, Anahí!

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A foto destaque é sua? Entre em contato com a gente para darmos seus devidos créditos!
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Jornalista, fã da cultura latina e apaixonada pela loucura que é viver em São Paulo, sem querer trocar isso por nenhuma calmaria, pois já vive trocando o português pelo espanhol no seu dia-a-dia.

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